No próximo episódio do Conversa de Contador, que estreia em 6 de março, na TV CRCPR, o diretor-superintendente do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRCPR), Gerson Borges de Macedo, recebe a vice-presidente de Desenvolvimento Profissional, Ariane Yumi, para uma conversa sobre os desafios e as perspectivas da educação continuada no atual cenário da profissão contábil. Com ampla atuação institucional, a contadora Ariane inicia o mandato destacando a transição de uma área marcada por exigências regulatórias, na qual atuou anteriormente, para uma vice-presidência voltada à qualificação, atualização e valorização dos profissionais da contabilidade.
Durante o episódio, Ariane ressalta que a área de Desenvolvimento Profissional tem como missão oferecer eventos, materiais de estudo e programas de capacitação alinhados às transformações da profissão, incluindo temas emergentes como a Reforma Tributária e novas demandas técnicas. Ela enfatiza que, além do aprofundamento técnico, a gestão pretende ampliar conteúdos relacionados ao comportamento humano, à gestão de pessoas e às competências interpessoais, consideradas essenciais para a atuação do contador.
“A área técnica continuará sendo prioridade, mas vamos integrar temas comportamentais, porque a contabilidade exige não apenas conhecimento, mas também habilidades humanas para lidar com equipes, clientes e a sociedade”, afirmou, ao destacar que o objetivo da gestão é manter o padrão alcançado pelo Conselho e fortalecer ainda mais o desenvolvimento dos profissionais contábeis paranaenses nos próximos anos.
O episódio mais recente do Conversa de Contador, transmitido em 27 de fevereiro, recebeu o
vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do CRCPR, Michel Melhem, em uma conversa sobre os
avanços e os desafios da fiscalização profissional no atual cenário contábil.
Contador, advogado e auditor independente, Michel inicia seu segundo mandato à
frente da área destacando a evolução de um modelo tradicionalmente punitivo
para uma atuação cada vez mais orientativa, preventiva e apoiada na tecnologia,
“A finalidade da Fiscalização não é punir por punir, mas manter a qualidade das entregas e preservar o valor do profissional perante a sociedade”, afirmou, ao enfatizar que a integração entre fiscalização, registro e educação continuada, aliada ao uso crescente de tecnologia e inteligência artificial, deverá ampliar a presença do Conselho em todo o estado e fortalecer a fiscalização preventiva nos próximos anos.
Reprodução permitida desde que citada a fonte.