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Entidades encaminharam ofício à superintendência regional do banco, solicitando esclarecimentos e cobrando solução

Comunicação CRCPR

A Comissão Consultiva do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRCPR) encaminhou, nesta terça-feira, 19, ofício à superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF) do Paraná, Maria do Carmo da Rocha, expondo as enormes dificuldades vivenciadas pelos profissionais da contabilidade na obtenção de Certidões de Regularidade do FGTS das empresas sem qualquer pendência de débitos. 

O documento também cobra providências da Caixa para a regularização tempestiva da situação, bem como solicita esclarecimentos oficiais sobre o que está gerando a ocorrência do problema, para que as entidades possam prestar esclarecimentos à comunidade contábil e empresarial do Estado do Paraná. O ofício é assinado pelo presidentes do CRCPR, Laudelino Jochem; da Federação dos Contabilistas do Paraná (Fecopar), Paulino José de Oliveira, do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná (SESCAP-PR), Alceu Dal Bosco; do SESCAP Campos Gerais, Aguinaldo Mocelin; do SESCAP Londrina, Marcelo Odetto Esquiante; e do Sindicato dos Contabilistas de Curitiba e Região (Sicontiba), Juarez Tadeu Morona Filho. Para ler o oficio na íntegra, clique aqui.

Sobre a Comissão

A Comissão Consultiva do CRCPR foi instituída em 5 de maio de 2020 pela portaria CRCPR nº 041/2020, a fim de integrar as entidades contábeis do estado e suas lideranças, visando ampliar a capilaridade de ação dos projetos e atividades do CRCPR, em face da proximidade de tais entidades e pessoas junto ao profissional contábil nos 399 municípios do Paraná e à sociedade, bem como fortalecer a voz da classe contábil em demandas junto ao Poder Público. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, a atuação do grupo tem sido essencial para sensibilizar as diversas esferas da administração pública quanto aos impactos das mudanças nas áreas trabalhista e tributária para mitigar os efeitos da pandemia sobre a atividade contábil e a rotina das empresas em geral.