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Auditório do CRCPR agora tem nome: Boleslau Sliviany

Boleslau Sliviany, mais conhecido como Boluca, mais antigo funcionário do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná foi homenageado hoje, 18 de março, ao ter o seu nome emprestado ao grande auditório da sede do CRCPR. ?Esse homem de múltiplos talentos nos deu a honra de seu saber e de sua amizade. O seu nome ficará gravado eternamente entre nós?, enalteceu na ocasião o presidente do CRCPR Paulo Caetano.

Contratado há mais de 40 anos, inicialmente desempenhava duas funções: advogado e assessor de imprensa, Boleslau Sliviany, nascido em 11 fevereiro de 1931, é casado com Iracema Frogel Sliviany e tem um único filho, Mariano Sliviany, também casado, com Ione Sliviany, e possui uma neta, Maria Gabriela Sliviany, todos presentes na solenidade.

Paralelamente às atividades realizadas no CRCPR, por muito tempo militou como advogado para a Federação Paranaense de Futebol e para a Editora O Estado do Paraná, como jornalista, com uma coluna diária no jornal Tribuna do Paraná e semanal no jornal O Estado do Paraná.

Além de advogado e jornalista, Boluca também já foi jogador de futebol e locutor esportivo. Iniciou sua carreira no Juventus e posteriormente foi contratado pelo Atlético, time pelo qual foi campeão paranaense em 1958. ?Saí do Atlético para ser locutor na rádio Tingui? ? comenta.

Nos últimos tempos vinha concentrando seus esforços na Assessoria Jurídica do CRCPR. Ao agradecer a homenagem, Boleslau destacou a importância do CRCPR em sua vida, disse que criou muitas amizades, viveu situações ruins e boas mas que, na síntese, teve a oportunidade de crescer como homem e como profissional.


Presidente do CRCPR, Paulo Caetano, homenageia Boleslau Sliviany, na foto acompanhado da esposa Iracema Frogel Sliviany, do filho Mariano Sliviany, sua esposa Ione Sliviany, e da neta, Maria Gabriela Sliviany.



Com belas palavras, Boluca agradece a homenagem.



Boleslau Sliviany e o presidente do CRCPR Paulo Caetano descerram a placa onde está gravada a homenagem ao primeiro.



Boluca ladeado pelos diretores Gerson Borges de Macedo e Hugo Catossi, sob a placa com o nome do auditório